Smile it
admin em 7 de Outubro de 2008 @ 22:56
Deu no UpDate or Die. Post its fofolitos do designer Koreano j’Story para você organizar suas fotos, documentos, pantones… enfim o que vc quiser.
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admin em 7 de Outubro de 2008 @ 22:56
Deu no UpDate or Die. Post its fofolitos do designer Koreano j’Story para você organizar suas fotos, documentos, pantones… enfim o que vc quiser.
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admin em 3 de Outubro de 2008 @ 08:55
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A inclusão social e a explosão de uso da internet pelas classes populares foram os temas do debate “Aprendizes do Século XXI”, realizado nessa manhã durante o Digital Age 2.0, evento que está sendo promovido pelo Now!Digital Busines, no WTC, em São Paulo.
Marcelo Coutinho, diretor do IBOPE Inteligência e mediador do debate, iniciou a discussão apresentando uma análise até então inédita sobre a evolução da internet nos domicílios brasileiros.
Segundo essa análise, baseada em dados do PNAD 2003 – 2007, divulgados em setembro, o uso de internet nas casas da classe A se manteve estável, mas nas classes com rendas de 10 a 20 salários mínimos pulou de 2 para mais de 6 milhões.
Houve evolução também em lan houses. “Só na Rocinha são 150”, lembrou Carla Barros, antropóloga e professora da ESPM que pesquisa o impacto da tecnologia na comunidade carente de Vila Canos, no Rio de Janeiro.
Segundo ela, quando se pensa nesse público, é importante também entender como se dá a inclusão, o que fazem e de que modo fazem os incluídos.
Nesse sentido, foi consenso entre os debatedores que a publicidade ainda não sabe como agir com esse novo público. Segundo eles, as classes populares já se apropriaram das ferramentas usadas amplamente pelas classes AB mas a indústria ainda não está explorando tudo o que pode. “Hoje temos um mercado que precisa aprender a falar com esse novo público”, resumiu Coutinho.
Também participaram do debate Osvaldo Barbosa, diretor geral de Mercado Consumidor e Online da Microsoft Brasil; Fábio Seixas, sócio e fundador da Camisetaria.com; e Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV
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admin em 2 de Outubro de 2008 @ 08:25
A história da propaganda brasileira está repleta de ícones nascidos dos comerciais de TV. Agora, um novo capítulo se consolida. A publicidade vem se apropriando das celebridades surgidas da internet em campanhas de marcas e produtos. São pessoas como a nutricionista atrapalhada Ruth Lemos (que repetia o final das palavras em uma entrevista feita para um telejornal e que foi parar no YouTube, gerando a pérola “sanduíche-íche-íche”), os bailarinos da Dança do Quadrado (popularizada pelo refrão-chiclete “Cada um no seu quadrado”) e a veterana atriz Maria Alice Vergueiro, do curta Tapa na Pantera, outro vídeo campeão de views no YouTube. Além disso, as agências começam a criar personagens em ações online com cara de sucesso instantâneo da internet.
O sucesso do desabafo intitulado Rubinho (referindo-se ao piloto da F1) no YouTube rendeu sucesso instantâneo a um grupo de amigos de São Paulo. O protagonista do vídeo foi contratado pela Y&R para campanha de uma marca na agência. “Os ícones da internet são mais espontâneos”, afirma o vice-presidente de estratégia digital da Y&R, Fernando Taralli. O filme alcançou 1,5 milhão de page views e chegou a incomodar Barrichello, que pediu para tirarem o vídeo do ar. Ele foi retirado, mas voltou a ser postado. “Não dá para controlar a veiculação na internet”, emenda Taralli.
Seguidores
Na história, o protagonista do vídeo fica descontrolado emocionalmente ao criticar o piloto em uma sátira baseada no inconformismo sobre seu desempenho nas corridas. “Esses vídeos que pretendem ser amadores fazem sucesso. A vantagem é que os ícones da internet têm seus seguidores e fãs”, explica o executivo da Y&R. Desse modo, ele destaca a diferença entre os populares personagens da web e as celebridades da TV, caso dos participantes do Big Brother, que conseguem a atenção dos telespectadores e consumidores por conta da superexposição na mídia.
Um personagem que vem ganhando destaque é a suposta chocólatra Cláudia Cristina. Ela nasceu por conta de um blog, o Sai pra lá, criado pela Ogilvy para promover a marca Bis. Cláudia Cristina bola maneiras de esconder o chocolate para não ter de dividi-lo com ninguém. Entre as invenções da personagem, estão a saia-porta e a bolsa em formato de bueiro. Quando alguém pede um Bis, as roupas-ferramentas entram em ação.
Na ação promocional para a TV, no programa Pânico, os telespectadores são convidados a criar vídeos com dicas de esconderijos para o chocolate Bis. Os vídeos são enviados diretamente para o blog da personagem, e os melhores são exibidos no programa. O vencedor do concurso garante um ano de Bis grátis. “Vamos utilizar esse tipo de conteúdo sempre que houver identificação com a marca. Quem disser que existe uma fórmula, está errado. Não basta replicar essas ações. O mais importante é achar a linguagem adequada para o internauta”, afirma o diretor geral da Ogilvy & Mather, Fernando Musa. A agência também está criando ação de conteúdo na internet para o Magazine Luiza.
Outro personagem fictício que desperta atenção é o repórter investigativo Alexandre Monteiro. No blog publicitário Meu Carro se Matou - Reze para o seu Carro não Virar Pauta, Alexandre Monteiro tenta encontrar pistas sobre a depressão de carros. “Carro deprimido se mata bebendo gasolina envenenada”, afirma o jornalista. Alexandre Monteiro era um mistério, até que na semana passada veio a resposta sobre sua identidade. Trata-se de uma ação criada pela Salem para o Renault Sandero Stepway, veículo alinhado com o conceito de modernidade, diferenciação e interatividade na campanha “Um novo movimento urbano”.
Em um dos vídeos do blog Meu Carro se Matou, um automóvel se joga do alto de um prédio de dez andares, outro entra na linha do trem para ser atropelado, e um terceiro invade um posto lacrado para se envenenar com gasolina adulterada.
A Salem criou ainda um segundo blog, o Cansei da Cidade, onde pessoas reclamam de problemas comuns aos moradores dos grandes centros. A solução para esses dilemas está no hot site do Sandero Stepway, com animação do carro em 3D. O blog traz lugares interessantes e divertidos de cidades brasileiras. “O Sandero Stepway é um modelo para público de espírito jovem, independente. A internet é um canal de informação fortemente presente no dia-a-dia desse público, um meio de comunicação que não pode ser ignorado ou temido”, afirma a gerente de marketing da Renault do Brasil, Vanessa Castanho.
Para o sócio da colmeia, André Passamani, todo projeto de internet tem a missão de ser viral, ter efeito pólvora, para que consumidores enviem o conteúdo para amigos e colegas.
Transitoriedade
O sucesso instantâneo na internet não implica, contudo, credibilidade, segundo o blogueiro e analista de tendências da Fischer América, Carlos Merigo. “Muitas dessas celebridades conseguiram seus 15 minutos de fama, mas não têm credibilidade em mídias sociais. Tem credibilidade quem cria conteúdo de humor e entretenimento”.
“O Diário de um Emo já teve seus 15 minutos de fama. Mas o sucesso desapareceu”, afirma Merigo. O reconhecimento instantâneo - espontâneo ou planejado - tem alguns exemplos até na música brasileira. A cantora adolescente Mallu Magalhães, de apenas 16 anos, confirmada para a edição 2008 do festival Planeta Terra, lançou músicas no MySpace e conquistou a atenção de patrocinadores. As canções da intérprete teen estão no site patrocinado Hot Pocket Sadia.
No Brasil, a produtora Ioiô Filmes tenta repetir no celular o sucesso do curta Tapa na Pantera, um recorde de 5 milhões de acessos no YouTube. Desde a semana passada, o conteúdo está disponível em WAP para clientes das operadoras Amazonia Celular, Brasil Telecom, Claro, CTBC, Oi, Vivo, TIM, Sercontel e Nextel, na categoria de vídeos de humor.
E por falar em Maria Alice Vergueiro, ela também está na campanha de lançamento da operadora de telefonia celular Aeiou. A BigMan criou um comercial com fenômenos da web. Ela reuniu a estrela do Tapa na Pantera, a nutricionista do “sanduíche-íche-íche”, a cantora do hit do YouTube Vai Tomar no Cu e os tais bailarinos da Dança do Quadrado.
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admin em 1 de Outubro de 2008 @ 09:34
Foi anunciado oficialmente na manhã desta terça-feira, 30, o lançamento da rede social Sonico, que tem como objetivo se tornar o principal ponto virtual de comunicação entre amigos de todo o continente latino americano. Ao todo já são cerca de cinco milhões de usuários brasileiros, o que responde por 22% de toda a base de 24 milhões de pessoas cadastradas no site de origem argentina.
Segundo Rodrigo Teijeiro, criador e CEO do Sonico, o Brasil é uma das grandes apostas do grupo em razão dos extensos períodos de navegação pela internet e, em particular, por endereços de redes sociais. Para atrair anunciantes ao endereço, a maior preocupação - além da segurança e conidencialidade de dados - é manter a idoneidade dos perfis evitando, por exemplo, imagens de animais e celebridades nas páginas pessoais assim como qualquer conteúdo racista ou pornográfico.
“Prezar pela veracidade das informações inseridas no endereço efetuando um maior controle sobre os perfis fará com que os anunciantes se sintam seguros para expor suas marcas e produtos dentro do Sonico. Dessa forma os investimentos neste tipo de publicidade tendem a aumentar nos próximos anos”, acredita Teijeiro.
No Brasil - onde já foram feitas campanhas por anunciantes como a empresa aérea Gol e pela Coca-Cola - os espaços publicitários serão comercializados pela agência Permission. Além da venda de publicidade online (que representa mais de 50% do faturamento da empresa), a Sonico também aposta em duas outras frentes: celulares (que no Brasil será promovida pela PMobile) e comércio eletrônico através, por exemplo, da venda de recarga para telefones celulares. “De todos os usuários cerca de de 65% se mantém ativos, o que oferece massa além da própria segmentaçõa da audiência”, comenta o CEO.
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admin em 30 de Setembro de 2008 @ 19:15
Deu no UpDate or Die. As fontes estão para os designers gráficos como as cadeiras talvez estejam para os desenhistas de objetos. Representam uma era, um comportamento, uma idéia artística. A fonte Helvetica, que completou no ano passado 50 anos foi criada por Max Miedinger é um desses momentos onde o design atinge seu ponto alto. Livre de serifas, livre de tudo que não é econômico, a Helvetica foi criada para ser neutra, sem nenhum significado intrínseco. Ou é a cara da Suiça, onde foi criada, ou se transformou em um de seus principais símbolos. Aí vem esse desavisado, Zoe Ikin, e cria broches de prata, com a Helvetica, estilosos, cheios de significado, criando um delicioso equívoco semiótico. Miedinger deve estar se contorcendo de raiva. Tudo por apenas 112 dólares
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admin em 29 de Setembro de 2008 @ 17:21
Deu no AdNews. Com o crescente número de sites que hospedam vídeos e clipes, assistir a filmes na internet deixou de ser uma exclusividade do Youtube.
Disponíveis em celulares, blogs, e-mails, canais de TV online uou em programas com iTunes, os vídeos se tornaram presença marcante no dia-a-dia dos usuários da internet. Além de concentrar os clipes, esses sites passaram a organizar de forma mais precisa seu conteúdo e têm apostado na segmentação para concorrer com oYoutube.
Serviços como o Kyte, que permite transmissões ao vivo para canais pessoais hospedados no site, ganharam espaço por unir diversos formatos presentes na rede. Popular entre os fãs de rap por ter permitido a trasmissão dos bastidores dos shows do cantor 50 Cent, os canais do Kyte aind apode ser inseridos em rede sociais como MySpace e Facebook.
Outros serviços, como o SonicSwap e o Blinkx, preferem dar mais atenção aos gostos pessoais de cada usuário, e oferecem opções de busca dentro da rede.
Já o 12seconds permite o envio de vídeos de 12 segundos que mostram o que a pessoa está fazendo naquele momento.
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admin em 28 de Setembro de 2008 @ 20:05
Por mais inovadora, cool e descolada que a agência em que você trabalha possa ser, eu duvido que qualquer cliente seu aprovaria uma ação como essa. A idéia da Belgian Burn Wound Foundation era alertar os belgiquenses que curtem fazer um churrasquinho no verão sobre os pergios de se brincar com fogo. É justamente nessa época do ano que acontece por lá o maior número de acidentes por queimaduras, a maioria causados principalmente pela mania dos nossos amigos europeus. A própria panfletagem incendiária aconteceu num evento dedicado a adoração do churrasco, reunindo 30 mil pessoas em torno do suculento tema.
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admin em 26 de Setembro de 2008 @ 17:46
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admin em 25 de Setembro de 2008 @ 18:28
Por sete dias, o Brasil volta a sediar o maior encontro mundial de internet. A Campus Party apresenta sua segunda edição no país entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2009 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A estimativa é de que seis mil pessoas fiquem conectadas 24 horas por dia para debater e experimentar novidades no espaço digital.
“Vamos repetir o sucesso do ano passado e nos aproximar ainda mais das comunidades virtuais”, disse Marcelo Branco, diretor-geral da Campus Party Brasil, em coletiva de imprensa realizada hoje pela manhã em São Paulo. Entre as principais novidades anunciadas está o teste de conexão à web com velocidade de 10 Gbps, anunciada como a maior banda individual já disponibilizada no mundo.
A rapidez é tamanha que permite baixar o conteúdo de nove milhões de livros da Biblioteca Nacional em menos de dois minutos. A infra-estrutura será oferecida pelo Grupo Telefônica , principal patrocinador mundial da feira. Os “campuseiros” também serão estimulados a construir um robô com software livre durante o encontro. Para tal, haverá oficinas especializadas no auxílio da operação.
Durante toda a semana, os participantes terão palestras, desafios e apresentações, espalhadas por 12 áreas de conteúdo. Além dos inscritos na festa, a organização espera que cerca de 300 mil pessoas circulem pelo espaço. Segundo o diretor, o objetivo é estimular o “compartilhamento da cultura digital”.
30% maior
A edição 2009 dobrou de tamanho e o investimento não ficaria atrás. Segundo Roberto de Andrade, diretor de Comunicação e Marketing da Futura Networks, organizadora do evento, o aporte cresceu 30%. “Passamos de 7 para 10 milhões de reais investidos”. O valor das cotas varia de 40 mil reais até 300 mil reias, para patrocinadores considerados masters.
Mas o motivo de maior comemoração de Andrade é o fato de ter conseguido apoio dos governos Federal, Estadual (SP) e Prefeitura. “Não foi fácil convencê-los a apostar no projeto. Mas o investimento em inclusão social é sempre válido e eles perceberam isso”, afirma. Segundo ele, a contribuição da iniciativa privada também foi “importante”.
Andrade alerta ainda que não será tarefa fácil para as agências de publicidade entreterem este público jovem e antenado. “O perfil é muito diferente e é muito difícil fazer publicidade para este público. As agências terão que fugir do branding tradicional”.
Inscrições
As inscrições para a Campus Party podem ser feitas pelo site do evento e o ingresso custa 150 reais. De 07/10 a 31/10, o interessado poderá se inscrever por 100 reais. A partir de 01/11 e até o fim dos seis mil ingressos, o preço será o valor cheio.
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admin em 24 de Setembro de 2008 @ 17:54
Deu no Coworkers. Nesta semana estive num encontro com uma agência de assessoria de imprensa que quer conhecer o mercado das mídias sociais. Não foi minha primeira consultoria sobre o assunto e me fez pensar no quanto as redes sociais estão em voga e nos mitos que estão sendo criados sobre este mercado, que não é tão extraordinário assim. Não sou a única, no mesmo dia, Eduardo Vasques me mandou uma direct message no twitter para contar que postara sobre o assunto em Mesmo erro:
“Tenho participado de algumas discussões sobre Relações Públicas 2.0. Mais um termo bonitinho que nada mais é do que cuidar da imagem de uma empresa ou pessoa nas mídias e redes sociais. (…)
Naturalmente as empresas do setor (as agências de comunicação, RP e assessorias de imprensa) trilharam o mesmo caminho das agências de publicidade. De um ano para cá, quase todas criaram um “núcleo web”, “núcleo digital””
Na minha visão, é um nicho e um indício de uma nova época na qual os consumidores deixarão em definitivo de ser receptores passivos dos produtos. Daí a pensar que toda empresa precisa de um blog corporativo e que toda ação de marketing deverá contemplar veiculação planejada em mídia social, tem uma distância que não acredito que percorreremos tão rápido. Podemos até chegar lá, mas não será amanhã, como afirmam alguns.
Alguns receiam que a entrada das corporações neste espaço que antes era pessoal possa ser um tiro n’água. Tiane Loureiro escreveu ontem em Relações Públicas minimiza riscos o seguinte:
“é óbvio que qualquer conteúdo aparentemente produzido por um usuário comum é tido como mais legítimo e verdadeiro. Quanto mais despretencioso e informal, melhor. Mas o prejuízo pode ser enorme quando se descobre que por trás disso tudo existe um interesse corporativo.”
E hoje Tiane escreveu comentando o post do Eduardo em O papel das relações públicas no mundo digital:
“De fato, o “hype” é maior do que as reais oportunidades, principalmente para o mercado de RP. Discordo do Edu quando ele diz que as empresas não estão arriscando. Algumas estão, sim, mas não é aos “assessores de imprensa” que recorrem quando pensam em Web. Errar é fato, uma vez que a Internet é um organismo vivo e estamos num constante “teste beta” de tudo o que fazemos.”
Concordo plenamente com ela. Se estamos começando a caminhar na Internet e devemos dar um passo de cada vez, não é preciso deixar de dar estes passos, mas sim fazê-los com segurança.
Ricardo Cabianca motivado por uma conversa nossa no msn postou - em O que sexo e redes sociais tem a ver com seu futuro profissional? - sobre este crescimento e citava o livro “Click: What Millions of People are Doing Online and Why It Matters” (”O Que Milhões de Pessoas Estão Fazendo Online e Por Que Isso Importa”).
“dá para afirmar que o que buscamos na web reflete tanto uma tendência, quanto o comportamento da sociedade e das pessoas.
E os números apontam um crescimento de buscas por redes sociais, ou seja, as pessoas estão buscando maior interconexão entre elas, baseado no relacionamento - seja pessoal ou profissional.
(…) é certo que o mercado (e segmento) das mídias sociais tendem a crescer, gerando uma excelente demanda de profissionais capazes de gerar negócios e resultados.”
O papel do profissional de Comunicação que se aventura nas novas mídias ainda não tem regras, por isso muitas vezes pareceremos estar em “terra de ninguém” ou “terra de cego onde quem tem um olho é rei”! Mas há um movimento para organizar estas ações, como comentou Wagner Fontoura em seu post Uma introdução ao marketing boca-a-boca, que motivou uma palestra (Na PUC-SP, discutindo publicidade em mídias sociais) e está resumido no slide show abaixo.
Continuo acreditando, como alguns, que mais do que regras, o mercado vai se auto-regular. Os consumidores do nosso produto (a informação) são críticos e a um toque deixam de assinar o feed ou de nos favoritar, reduzindo as visitas e fazendo o Ibope desabar. E os blogueiros podem fazer campanha contra, o que tem um peso imenso, bom e ruim, como todo buzz costuma ser - “falem mal, mas falem de mim”, será? Anyway, somos, como disse Mauro Brasil - em Evangelistas - Eles espalham a palavra - webenvagelistas 2.0 e nosso trabalho é
“pulverizar” conteúdo sobre um determinado evento em ambientes de colaboração online, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.”
Gostei muito da comparação que ele faz com os evangelistas pioneiros do cristianismo, porque temos que ter em mente que nossas ações serão, inevitavelmente, parte da história, a da concretização desta passagem do comando para o consumidor. E, acima de tudo, porque temos que ser éticos nas nossas ações.
“Toda palavra a ser divulgada deve conter fatos e situações verdadeiras. Esta é a condição que diferencia um trabalho sério e profissional: o cuidado com a imagem do cliente.
Na internet, divulgar conteúdo sobre marcas, pessoas ou produtos deve ser baseado em relações de segurança - e em fontes fidedignas. Caso contrário, corre-se o risco do descrédito e de que estas ações sejam consideradas uma farsa. A pulverização disso na internet seria castatrófica. Ou uma heresia com a marca do cliente.”
Agindo assim, considero que as ações corporativas na chamada web 2.0 podem ser bem sucedidas, mas- bom lembrar - precisam de especialistas nas áreas envolvidas, exigem uma equipe. E aqui entra minha confiança naquela habilidade (que admiro e invejo ao mesmo tempo) que as Relações Públicas têm de planejar suas ações no mundo corporativo. Se nós, jornalistas, fôssemos um pouco assim, muita coisa seria diferente.
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