Arquivo de Julho de 2008

Texto é bem-vindo no celular

admin em 31 de Julho de 2008 @ 11:14

096762 - 096762 De acordo com estudo da DMA (Direct Marketing Association), os clientes de celulares na faixa de 15 anos ou mais prefere receber mensagens publicitárias em forma de texto. O formato de 160 palavras atrai 70% dos entrevistados, ficando em muito na dianteira de quem gosta participar de pesquisas via celular. Uma outra pesquisa feita em fevereiro pela ExactTarget aponta que apenas 1% dos internautas fazem o opt-in para receber mensagens de produtos no celular, contra 75% via e-mail. Este tipo de mídia ainda é muito incipiente mesmo nos Estados Unidos. Com a chegada do iPhone e da tecnologia 3G, o cenário tem tudo para sofrer mudanças e se tornar uma opção mais efetiva para as campanhas de marketing vindouras.

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Vida longa às empresas

admin em 30 de Julho de 2008 @ 09:45

Deu no Estado de S. Paulo. O brasileiro empreende mais e seus negócios sobrevivem mais tempo. A boa notícia deve-se a uma elevação no grau de escolaridade e à crescente conscientização sobre a necessidade de se informar bem antes da empreitada. Se, em 2001, 71% das pequenas e micro empresas de São Paulo fechavam as portas antes de completar cinco anos, em 2005 esse índice baixou para 56%. A média de sobrevivência dos negócios no País, considerando o período entre 2003 e 2005, ficou em 78%, contra os 50,6% registrados entre 2000 e 2002.
O cenário nacional fica ainda mais positivo se a esses índices levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) se somarem as conclusões de um estudo internacional que classifica o Brasil como o 9º maior empreendedor do mundo. A Pesquisa GEM, ou Global Entrepreneurship Monitor, que já desenhou o perfil do brasileiro como o de um empreendedor nato, mostra que a taxa média de empresas novas no País, entre 2001 e 2007, é de 12,8% contra a média mundial de 9,07% no período.
Aos que criticam o empreendedor nacional por só abrir um negócio em caso de desemprego ou apenas para sobreviver, a GEM mostra que isso também tem mudado. No ano passado, entre a população de empreendedores iniciais, 57 % (8 milhões de iniciativas) se situaram na categoria oportunidade, contra 43% (cerca de 7 milhões) por conta da necessidade.
O estudo, criado em 1999, cobre mais de 50 países ou 95% do PIB mundial. Coordenado pela inglesa London Business Scholl e a americana Babson College, é desenvolvido no Brasil desde 2000 sob a liderança do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Outro dado importante da GEM de 2007 situa o País no 7º lugar (12,71%) quanto à participação da mulher no quadro de empreendedores. Foi a primeira vez que ela ultrapassou o homem, atingindo 52%, ou cerca de 8 milhões de empreendedoras. Em 2001 essa relação era de 71% de homens para 29% de mulheres. Mas a principal motivação delas ainda é a necessidade: 63%, contra 38% no sexo oposto.
Também o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa - 2008, do Sebrae e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociaiseconômicos (DIEESE), indica a participação em massa do micro e pequeno empreendimento no País: 98% do total de empresas entre 2002 e 2006. Segundo os dados, as PMEs empregavam mais de 13,2 milhões de trabalhadores urbanos formais em 2006.
Os levantamentos feitos nos últimos tempos mostram que a situação das PMEs só tem avançado no Brasil. Segundo estudo feito pelo Sebrae e o instituto Vox Populi, o índice de sobrevivência das micro e pequenas empresas aumentou. A pesquisa indica que 14 unidades da Federação conseguiram ficar acima da média nacional de 78%: ES, 85,8%; MG, 85,7%; SE, 85,3%; PI, 84%; RN, 83,5; SP, 82,9%; PA, 82,5%; BA, 82,4%; DF, 81,5%; AL e RJ, 81,3%; PB, 80,8%, RO, 79,7% e GO e MS com 78,7%.
É justamente do Estado com o maior índice de sobrevivência o dono do Capixaba Receptivo, uma agência de turismo aberta em Vitória. Gustavo André Queiroz Alves, de 30 anos, comemora o fato de a empresa ter ultrapassado o período crítico de dois anos de vida e um contrato recém-assinado com a maior operadora de turismo do País, a CVC. ‘Já estou até contratando novos colaboradores.’
Depois de trabalhar como guia turístico, Alves decidiu ter o próprio negócio. ‘Pesquisei o mercado, fiz curso no Sebrae e descobri o turismo receptivo. Meus clientes são as operadoras de viagem. Recebo no aeroporto os grupos que elas formam e promovo passeios pelo Espírito Santo’, explica. A maior crise do empreendedor ocorreu quando a empresa completou 15 meses. ‘Eu estava com uma dívida que era o triplo da receita do mês. Foi quando soube que o pequeno empresário não conta com empréstimo de curto prazo. O banco só oferece contrato de longo prazo e, portanto, com juros extorsivos, dos quais fugi recorrendo a um amigo’, diz.

FALTA DE PLANEJAMENTO
Um número alarmante no universo das PMEs. Metade das empresas abertas em São Paulo não passou por um planejamento prévio, predispondo-se ao fracasso. A constatação é do coordenador do Observatório de Micro e Pequenas Empresas do Sebrae-SP, Marco Aurélio Bedê. Para o estudioso, o chamado ‘pulo do gato’ do empreendedor só ocorre quando consegue juntar vários aspectos positivos, como seguir um detalhado plano de negócios, fazer cursos para administrar corretamente, buscar apoio em instituições e benefícios na legislação.
O Observatório faz um trabalho de monitoramento das micro e pequenas empresas paulistas. ‘Não há uma causa principal para o sucesso ou insucesso. É sempre um conjunto de fatores que garante a continuidade de um negócio. O problema é quando são muitas as causas negativas. Do estudo que fizemos, todas as que tinham de cinco a seis pontos negativos fecharam.’
Problemas pessoais como briga em família ou casos de doença podem afetar a rotina de um negócio, assim como a concentração absoluta de poderes e tarefas. ‘Mas quem tem o perfil de empreendedor está sempre definindo metas, cuidando da organização, delegando tarefas e se valendo de melhorias como o Super Simples.’
Numa relação entre empresas que fecharam e as que sobreviveram, os maiores índices positivos ficaram com as sobreviventes: tinham o segundo grau ou maior escolaridade, 63% x 73%; buscaram apoio, 26% x 32%; planejaram antes de abrir, 5,3 meses x 7,4 meses; controle sobre receita e despesa, 67% x 74%; aperfeiçoaram produtos, 73% x 85% e davam emprego para 3,9 pessoas em média contra 6,4 pessoas.
O ex-metalúrgico Antonio Lopes Ventura, de 50 anos, sentiu no bolso por mais de uma vez o que é abrir um negócio sem o prévio planejamento. Ficou desempregado em 1987. Para sobreviver, vendeu doces e frutas nas ruas de São Bernardo, no ABC paulista. ‘Montei uma avícola. O negócio estava no auge, mas foi aí que aprendi que empreendedor tem de pensar as coisas bem lá na frente. O frango em bandejas surgiu, virou febre entre os consumidores brasileiros e acabou com o meu negócio de frango vivo’, lamenta.
Em seguida abriu uma fábrica de mussarela em Goiás. ‘Não deu certo por pura falta de conhecimento. Eu não sabia que o ramo é monopolizado pelas grandes indústrias.’ Com três filhas para criar, voltou a São Paulo e procurou ajuda. ‘Com um livro do Sebrae, muita coragem e pouco dinheiro montei o Varejão Araguaia, em São Bernardo.’ Dez anos depois o negócio iniciado em área de 30 m2, ocupa terreno de 600 m2, tem duas filiais e emprega 20 pessoas. Até a primeira-dama, Dona Marisa, já comprou as mercadorias de Ventura.
Edgard Benevides, de 42 anos, trocou um emprego certo para ter o seu trabalho reconhecido. ‘Descobri que por mais que você faça e aconteça numa empresa, nunca será devidamente reconhecido.’ Deixando de lado a formação em desenho industrial e marketing, Benevides quis transformar em negócio o hobby de corte e tempero de carnes nobres. Abriu o Tio Dega em 2000, no Imirim, Zona Norte de São Paulo, oferecendo serviço de bufê para eventos. Em 2005, investiu pesado na reforma de uma casa para abrigar a butique de seus sonhos, mas não conseguiu financiamento para abri-la por falta de alvará. ‘O dono do imóvel e a prefeitura garantiram que a área era mista. Depois de todos os gastos fui informado que o local era residencial. Foi má fé.’ Entrou com uma ação na Justiça, mas o processo continua sem definição.
Ele sofreu outro grande golpe em novembro de 2006. Com tudo agendado para as confraternizações de fim de ano, a Kombi da empresa, com 70% da estrutura do negócio, foi roubada. O veículo levava quase toda a parafernália usada para montar um bufê. Mais R$ 35 mil de prejuízo, e o empreendedor passou a dar aulas sobre corte de carnes nobres para obter recursos ‘Vou batalhar até ter minha butique e fazer do Tio Dega uma grife’, promete.

INOVAÇÃO E EMPREGO
Os números de todas as pesquisas realizadas até aqui mostram que o brasileiro está de fato empreendendo cada vez mais. Mas há quem alerte para a falta de qualidade desses negócios. ‘São empreendedores por pura necessidade. Pessoas que perderam o emprego, menos qualificadas e, portanto, com maiores chances de fracassar’, lamenta Paulo Veras, diretor-geral do Instituto Empreender Endeavor.
Segundo Veras, só quem empreende por oportunidade leva coisas novas para o mercado, gera renda e empregos. ‘A pesquisa internacional GEM mostra que, no País, para cada indivíduo que abre um negócio por oportunidade há um iniciando só para a própria subsistência. Já nos países desenvolvidos, para cada 10 pessoas que abrem uma empresa por oportunidade, uma abre por necessidade.’
No exterior, 8% dos empreendedores, em média, acreditam que vão empregar 20 pessoas. A média no Brasil é de 3%. ‘Aqui, o negócio já começa condenado a ser pequeno. O empreendedor se contenta com pouco. Não tem ambição.’ Nesse sentido Veras defende a criação de exemplos mais próximos da população, como ocorre nos Estados Unidos, com o aparecimento de novas lideranças, sobretudo na área da internet. ‘Aqui as referências param em nomes como Gerdau, Ermírio de Moraes e Diniz.’
Foi para transformar a teoria em prática que o pesquisador Alvaro Eiras, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), abriu uma empresa em 2002. A Ecovec, hoje com 15 funcionários, nasceu para garantir a venda do sistema de Monitoramento Inteligente da Dengue e já patenteou frutos de outros projetos. O invento rendeu a Eiras o prêmio mundial Tech Museum Awards por inovação tecnológica a serviço da humanidade e elogios de Bill Gates, interessado em levar o projeto a países pobres.
De acordo com o biólogo, o maior gargalo no País está nas universidades, onde todo dia dezenas de pesquisas aplicadas são paralisadas quando chegam ao ponto em que deveriam gerar produtos. O pesquisador resolveu empreender depois que cinco anos de sua vida viraram lucro para uma empresa americana que patenteou um invento seu. ‘Faturaram mais de US$ 1 milhão e o País deixou de economizar mais de US$ 80 milhões. O invento ia ajudar os exportadores de maçã indicando quando deveriam aplicar inseticida.’ Eiras recorreu, então, ao Sebrae, criando a Ecovec em parceria com o Instituto Inovação.
Outro tipo de empreendedor bem comum no Brasil é o aposentado que, muitas vezes, assume o sonho da esposa. Foi assim com o ex-gerente de banco Anselmo Cimatti que há quatro anos abriu a Blue Moana, loja de malhas, na Pompéia, Zona Oeste de São Paulo. ‘Com pais comerciantes, minha mulher tem essa disposição no sangue. Já vendeu roupas até como passatempo’, conta.
O ponto descoberto num classificado do Estadão foi considerado perfeito. ‘O crescimento vertical do bairro garantiu a nossa clientela.’ Tanto entusiasmo resultou numa segunda loja em Perdizes, mas desta vez com muito prejuízo. O erro: não fazer uma pesquisa apurada do local. ‘Não havia consumidor para o produto. Negligenciei um ponto fundamental.’

PERPETUAÇÃO
A queda na taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas, que era de 59,9% em 2000 e baixou para 22% em 2005, resulta do fato de os empresários estarem mais profissionalizados, informatizados e preocupados com gestão de negócios, estratégia e marketing. Também a concorrência globalizada tem obrigado o empreendedor a ser mais competitivo. E o bom desempenho da economia pesou igualmente. Essas são algumas das conclusões da pesquisa Sobrevivência e Mortalidade das MPEs do Sebrae-Vox Populi, que ouviu cerca de 18 mil empresas de 2003 a 2005. O fato de o Espírito Santo registrar a maior taxa de sobrevivência (85,8%) e, portanto, a menor de mortalidade (14,2%) foi igualmente atribuído a uma união de elementos positivos. ‘Aquele Estado vive, nos últimos anos, situação favorável por conta da instalação de grandes empresas, maior movimentação no porto, exploração de petróleo e exportação de granito. As micro e pequenas seguiram a reboque’, argumenta o coordenador do trabalho Pio Cortizo, gerente da Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae.
De maneira geral, os empreendedores ativos reclamaram da ausência de políticas públicas (73%), reivindicaram tratamento tributário diferenciado (68%), crédito preferencial (63%) e falaram sobre a necessidade de treinamento de pessoal (39%). Entre os fatores de sucesso das empresas, em 2005, aparecem capacidade empreendedora (82%), criatividade (44%), persistência (46%) e aproveitamento de oportunidades (34%).
A empresária Paola Tucunduva, de 40 anos, entende que reúne boa dose daquelas qualidades. Afinal, inovou ao comprar parte do negócio de seu pai, que sempre trabalhou na área de lavanderia doméstica, e abriu a unidade industrial Rotovic, em Taboão da Serra (São Paulo). Levou dois grandes tombos, se recuperou e ainda convenceu o marido a trocar o cargo de juiz classista pelo de administrador de lavanderia. ‘Posso dizer que ele hoje tem detergente na veia’, brinca.
Com o pai no ramo de lavanderia desde 1968, Paola só se interessou pelo setor em 1991. ‘Comecei a trabalhar com meu pai, mas a lavagem doméstica não me animava.’ Fez Administração na FGV e, em 1994, decidiu que o seu futuro estava na área industrial. ‘Montei uma divisão voltada para esse nicho e em 2000 a comprei do meu pai.’ Logo depois descobriu um bom espaço em Camaçari, na Bahia. Abriu uma lavanderia e começou a tocar os dois negócios quando, na virada de 2000, foi surpreendida pela perda de um cliente que garantia 30% do seu faturamento - lavava uniformes da Volkswagen. Resultado: 2001 foi um ano de dívidas e juros. Paola teve de vender um apartamento. Mas o marido Roberto entrou de corpo e alma no negócio, garantindo o crescimento da unidade na Bahia ao final de 2003. Em 2004, novo revés: a lavanderia de Taboão pegou fogo.
Para não ficar parada, Paola recorreu a uma lavanderia desativada em Americana (SP). Contratou um ônibus que fazia viagens entre Taboão e Americana para atender aos clientes. ‘Em fevereiro de 2005 voltamos a trabalhar em Taboão. E graças também ao aquecimento na economia do País, chegamos ao final de 2006 com três unidades. Temos crescido cerca de 30% ao ano’, informa. Ela emprega 235 pessoas e prevê um faturamento total neste ano de R$ 15 milhões.

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Campanhas com celebridades saturam mercado

admin em 29 de Julho de 2008 @ 11:08

Uma pesquisa da Datamonitor conclui que os anunciantes precisam adotar novas estratégias para evitar publicidade e embalagens de produtos com celebridades, pois essa tática alcançou uma zona de saturação. A celebração da fama atingiu um ponto dramático, com programas de reality show, capas de revistas e notícias de celebridades 24 horas por dia na internet.
Um dos problemas é que as celebridades estão na linha de divulgação de produtos muito diferentes, o que tira a credibilidade tanto delas quanto do próprio produto. Um exemplo é o jogador inglês David Beckham, que está em campanhas de Gillette, Pepsi, Empório Armani e até das canetas Sharpie.
A pesquisa aponta que os escândalos envolvendo celebridades ou a queda de status delas podem causar danos às marcas; além disso, a força da ‘marca’ da celebridade pode se sobrepor à marca anunciada. A Datamonitor cita a relação de Britney Spears e Pepsi para exemplificar.
E isso, sem contar que existe uma nova geração de celebridades que são os próprios produtos, segundo a empresa de pesquisa, e os maiores exemplos disso são o iPod e o iPhone da Apple, que se tornaram identidades globais com personalidade própria.
A conclusão do estudo é que para as campanhas com celebridades continuarem efetivas, os anunciantes precisam se assegurar que a participação dela está baseada numa história ou mensagem de marca muito forte. A personalidade da celebridade precisa estar em sincronia com a personalidade da marca.

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Ex-funcionários do Google criam site para vencer o gigante das buscas

admin em 28 de Julho de 2008 @ 16:52

Deu na Reuters. Uma empresa criada por antigos engenheiros do Google revelou no domingo (27) um novo serviço de buscas cujo objetivo é superar em tamanho o líder do setor. Seu maior desafio: mudar os hábitos de navegação dos internautas.
Segundo seus donos, o Cuil (pronunciado como a palavra inglesa “cool”) é capaz de indexar mais rápido e de forma mais barata uma porção da web maior que a do Google.

Reprodução
Novo rival do Google e criado por ex-funcionários do gigante, Cuil afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes
O novo rival do Google afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.
“Nossos significativos avanços em tecnologia de busca permitiram que indexássemos parte muito maior da internet, colocando quase toda a web ao alcance dos usuários”, afirmou Tom Costello, co-fundador e presidente-executivo da Cuil.
O Cuil foi fundado por um grupo de pioneiros das buscas, entre os quais Costello, que criou um protótipo da Web Fountain, a ferramenta de análise de buscas da IBM, e sua mulher Anna Patterson, arquiteta do imenso índice TeraGoogle de páginas da web, operado pelo Google.

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admin em 25 de Julho de 2008 @ 09:56

237200842917MySpace logo - 237200842917MySpace logo Deu no M&MOnLine. A Rede Social MySpace, que pertence à News Corp., se unirá à aliança OpenID, em uma iniciativa que permitirá que seus usuários assumam uma mesma identidade virtual em outros sites da web e redes sociais, sem que para isso tenham que fazer um novo registro.
A decisão anunciada pelo MySpace, conforme publicou a Reuters, chega poucos meses depois que a rede anunciou a criação do “Data Availability”, iniciativa que permitiu que os 115 milhões de usuários do serviço compartilhassem informações de seus perfis em outros sites (leia mais clicando aqui). O OpenID é um código de aliança aberto que, ao permitir que os usuários assumam uma mesma identidade em múltiplos sites, elimina a necessidade de criar diferentes nomes de usuário e perfis em cada um deles.
“Para os usuários do MySpace será útil ter contas do MySpace inclusive quando não estejam conectados ao serviço”, disse Jim Benedetto, vice-presidente de tecnologia da rede social. “Esperamos que eles possam levar seus amigos do MySpace onde quer que vão”, completou.
Os usuários existentes poderão entrar em outros sites usando suas contas do MySpace, no entanto, eles não poderão usar sua MySpace OpenID para ingressarem em páginas como o Yahoo, por exemplo, que também é membro da aliança. Isto porque ambos são considerados “provedores” e não “sócios”, esclareceu Benedetto, e os provedores podem criar novos registros OpenID, mas apenas os sócios podem aceitar membros de outros Sites. Benedetto disse ainda que eles ainda estão nos primeiros passos e que o MySpace considera a possibilidade de converter-se também em sócio no futuro.

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Criando ambiente para inovação

admin em 24 de Julho de 2008 @ 09:58

Foto Creativity 175 - Foto Creativity 175Artigo de Peter Skarzynski, CEO e fundador da Strategos. Um dos grandes mitos da inovação é aquele que afirma que idéias inovadoras são produzidas por indivíduos intuitivos ou por pequenos grupos de criação, que trabalham em completo isolamento. A verdade é que, independentemente de grandes nomes como Thomas Edison ou Steve Jobs, a maior parte dos criadores de inovações desenvolveu suas idéias através de uma rica e diversa interação com comunidades de pessoas.
A cultura das pequenas novas empresas do “mãos à obra” fornece um fértil campo para a inovação. Já os líderes de grandes corporações precisam determinar o ambiente apropriado para o processo inovador se manifestar. Seguem aqui quatro maneiras para lançar fagulhas e conexões para isso ocorrer:

1 - Reformule a estrutura organizacional
Por décadas, a estrutura organizacional das empresas tem forçado a inovação a existir dentro de um silo isolado (e.g. área de P&D) onde ela não é capaz de envolver nem “infectar” o resto da corporação. Tornar a inovação uma competência corporativa demanda novas estruturas que ativamente encorajem a interação além das fronteiras formais existentes e que distribua a responsabilidade e o expertise por toda a empresa. Algumas perguntas que os líderes devem fazer a si próprios, dentro desse contexto, listamos a seguir:
Possuímos uma infra-estrutura para a inovação, que difunda a responsabilidade através de cada nível hierárquico e envolva todos os indivíduos da empresa ou nossa estrutura organizacional continua a tratar a inovação como algo de responsabilidade exclusiva de departamentos ou grupos específicos?
Que ações minha empresa tomou no ano passado para encorajar grupos, anteriormente isolados, a trocar idéias e competências?
O que estamos fazendo para facilitar a comunicação direta, face a face, na organização, em vez de utilizarmos a tradicional comunicação que segue o fluxo hierárquico?

2 – Crie um ambiente receptivo a idéias
Em muitas empresas, novas idéias são produzidas em pequena escala por causa da repressão imposta pelo clima organizacional, que desencoraja mudanças e exige conformidade com os padrões. Corporações que realmente almejam a inovação têm de criar uma cultura onde qualquer um pode manifestar uma idéia e, caso ela seja interessante, obter acesso rápido e fácil ao capital financeiro e humano para levá-la adiante. As perguntas a serem feitas nesse item são:
Os gestores realmente acreditam, de maneira profunda, que empregados “comuns” podem ser uma fonte extraordinária de inovações?
Minha empresa está construindo uma “democracia da inovação”, onde as idéias realmente podem vir de qualquer indivíduo, tanto de dentro como de fora da organização?
O que temos feito para comunicar – tanto em palavras como oficialmente – que é esperado que todos na empresa inovem?
Se uma pessoa ou grupo trouxer uma idéia, quão fácil ou difícil é obter acesso ao investimento necessário para concretizá-la e ao suporte da alta gestão?
O que temos feito nos últimos 12 meses para aproveitar a imaginação, o know-how e os recursos de pessoas de fora da empresa?

3 – Utilize a web para guiar a imaginação
Normalmente, a infra-estrutura corporativa de TI acaba sendo um campo extremamente estéril que não faz nada a não ser propagar o conhecimento simples e explícito. As empresas precisam aprender a utilizar a tecnologia da informação como um sistema operacional global para a inovação, estimulando assim milhares de pessoas da organização e outras milhares fora dela – em um diálogo global, ininterrupto e focado no tema. Perguntas a serem feitas nesse cenário:
Minha empresa criou algum fórum de discussão de idéias focado em inovação, para ser utilizado por toda corporação?
Utilizamos nossa infra-estrutura de TI para distribuir a responsabilidade da geração de novas idéias pela organização e além dos portões dela?
Nossa intranet inspira as pessoas a alongar suas reflexões e mostra como iniciar um projeto inovador?
Podemos descrever nossa intranet como um mercado eletrônico de idéias, capital e talento?
Nossos colaboradores estão conectados com a rica comunidade de experts internos e externos, que podem rapidamente ajudá-los a vencer os desafios da inovação?
Fazemos uso adequado das oportunidades que a web oferece para testar novas idéias no mercado e avaliar feedbacks feitos diretamente pelos clientes?
Fazemos uso de nossa infra-estrutura de TI para ajudar a libertar ou reascender oportunidades de projetos que parecem fazer sentido?

4 – Aloque mais tempo para encontros
Empresas que desejam disseminar a inovação devem criar oportunidades para que os empregados interajam, de maneira intensa, com pessoas que trabalham fora das suas unidades, com diferentes tipos de produtos e, idealmente, em outras empresas. Avalie as maneiras de juntar grupos diferentes para trocar idéias face a face, compartilhar percepções e, assim, gerar idéias conjuntamente em um ambiente experimental. A seguir, litamos algumas perguntas a se fazer nesse contexto:
Nos últimos 12 meses, todos os funcionários do meu departamento tiveram oportunidade de participar de algum processo organizado de inovação?
Com que freqüência minha empresa/departamento/unidade de negócios organiza eventos “face a face” para compartilhamento de conhecimento e concepção de idéias?
Quando foi a última vez que convidamos centenas ou mesmo milhares de colaboradores para participar, ao vivo, de conversas sobre inovação ou estratégias futuras, tanto on-line quanto presencialmente?

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Coca-Cola cortará custos de marketing

admin em 24 de Julho de 2008 @ 09:44

Deu no M&MOn Line. 227200865943CocaCola Logo empauta 1 - 227200865943CocaCola Logo empauta 1
A Coca-Cola pretende economizar entre 400 e 500 milhões de dólares ao ano até o final de 2011, como noticiou ao Advertising Age o CEO da companhia, Muhtar Kent, que acrescentou que, para tanto, as despesas destinadas ao marketing deverão ser as mais afetadas.
O executivo disse que a companhia passa por uma revisão de gastos agressiva, e que o marketing será a primeira área de enfoque no que diz respeito a economizar. No contexto atual a estratégia prevê maior investimento em campanhas globais e maior aproximação do marketing direto, conforme apontou Gary Fayard, vice-presidente financeiro da Coca-Cola.
A empresa também pretende alavancar melhores práticas criativas e otimizar a utilização das agências com as quais trabalha. Como exemplo disso, Muhtar Kent disse que a Coca-Cola concluiu recentemente um acordo global de comercialização que irá substituir uma série de acordos locais. “O nosso objetivo é o de reinvestir em uma estratégia de marketing eficiente e perceber que realizamos atividades de construção de marca que nos conduzam, a longo prazo, a uma relação mais forte com os consumidores”, declarou.
Gary Fayard acrescentou que, dada a economia, a companhia mantém uma “disciplinada” estratégia de marketing, que implica em um aumento no total de gastos de marketing direto contra os gastos previstos, bem como a redistribuição de fundos para determinadas áreas geográficas no intuito de gerar crescimento. A estratégia para reduzir custos através do aumento da utilização de campanhas mundiais adotada pela Coca-Cola é uma abordagem semelhante à delineada por Jim Lawrence, vice-presidente financeiro mundial da Unilever, no início deste ano.
Entre outras empresas citadas na matéria do AdAge, que também anunciaram movimentações para barrar os gastos, estão General Motors, Procter & Gamble, Anheuser-Busch, e Nissan. Somadas à Coca-Cola, a estimativa é que as cinco empresas, juntas, contribuam em mais de 10 bilhões de dólares para a economia dos Estados Unidos.

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Marcas apostam em redes sociais para Olimpíadas

admin em 23 de Julho de 2008 @ 09:53

Deu no ADWeek. Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Pequim, algumas marcas aproveitam para estender seus patrocínios com programas voltados para redes sociais. A Lenovo criou 100 blogs de atletas, para se alinhar também com esportes menos conhecidos, como hóquei na grama e pentatlon moderno. A marca deu a eles laptops e câmeras, para que registrem sua participação no evento.
O projeto conta com parceria com o Google, que fornece a tecnologia de blogs do Blogger e hospedagem de vídeos no YouTube. A ação é complementada por um esforço com o Facebook, que permite aos usuários identificar seus perfis com os times olímpicos de seus países.
O McDonald’s também tem uma estratégia social centrada no em torno de seu jogo de realidade alternativa ‘The Lost Ring’, no qual os jogadores precisam resolver mistérios relativos aos Jogos. A atração já atraiu 2 milhões de visitantes de 100 países.

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Salve a sua Starbuck

admin em 22 de Julho de 2008 @ 16:40

Desde que a Starbucks anunciou no final de junho, o fechamento de mais de 600 lojas, um grupo de fãs da marca, criou um site para contar estórias sobre acontecimentos ocorridos em lojas da cafeteria e assinar petições para mantê-las em funcionamento. Esta iniciativa dos consumidores da marca pretende chamar a atenção da direção da empresa para salvar algumas lojas. Para saber mais acesse o site SaveOurStarbucks.com

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Empresas lusitanas se voltam para o Brasil

admin em 22 de Julho de 2008 @ 09:40

Deu no M&MOn Line. Duas empresas atuantes no mercado português estão atravessando o Atlântico e aportando no Brasil. A ActualSales, agência de marketing e vendas online que trabalha através de remuneração por resultados, prepara-se para abrir escritório em São Paulo em sociedade com Guilherme Portela Santos, ex-vice-presidente da Vivo e do Grupo Portugal Telecom. O executivo português João Mendonça Gonçalves será transferido para o comando do escritório brasileiro, onde os clientes iniciais também são de origem portuguesa: o grupo administrador de shoppings Sonae Sierra e a empresa de tecnologia TIMwe. A expectativa da ActualSales é de que o Brasil responda por 15% de seu faturamento total até o fim do ano.
Outra empresa nascida em Portugal que prepara seu lançamento no Brasil é a Vida Imobiliária, publicação do Grupo Editorial Vida Econômica, que distribui conteúdo via revistas, livros, eventos e internet. A previsão é de que a edição brasileira da revista seja lançada em setembro, aproveitando o ótimo momento deste mercado no País. Para chegar ao Brasil, a Vida Imobiliária firmou parceria com a espanhola Promevi, especializada em eventos internacionais do setor. Voltada a um público amplo, de arquitetos a investidores, a versão brasileira terá tiragem inicial de 20 mil exemplares, ganhando periodicidade mensal a partir de 2009.

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